quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Gosto!

Gosto do sol, do arco-iris e das nuvens. Gosto do céu, das estrelas e do mar. Gosto de me sentar na areia a olhar para o horizonte e ouvir as ondas a bater nas rochas. Gosto de sorrisos e de rir. Gosto de chocolate e de baunilha. Gosto de ler e escrever. Gosto de musica que dê prazer.Gosto de ti, dele e dela. Gosto de Itália e do meu país. Gosto de flores e de alecrim. Gosto da Primavera e do Verão, do Outono e do Inverno. Gosto do som da lenha a crepitar na lareira. Gosto de passear e de me divertir. Gosto de olhar pela janela e ver a chuva cair. Gosto do barulhinho que ela faz quando estou a tentar dormir.Gosto de conhecer pessoas e lugares e pensar "aqui posso ser feliz". Gosto quando dizes que gostas. Gosto de fotos, de captar um momento, uma recordação.Gosto de mim como sou e de ti...por seres tão belo...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

iPod

Desde a magnifica criação do iPod que as pessoas não falam umas com as outras. Já não bastava o vicio de se mandar sms enquanto as pessoas falam. Mas agora é pior, much worse. Nos transportes publicos, vem toda a gente sossegadinho a ouvir musica (the funny part is if I'm in the bus stop listening to music someone will ask me directions). Mas, voltando ao tema, quando chegamos à escola (universidade...whatever) vemos mais do mesmo. Estamos ao lado dos nossos colegas, mas em vez de falarmos, de convivermos, that's right...music.

Sim ,eu sei que o iPod é optimo para podermos ter connosco todas (ou quase) as musicas que gostamos. E tal como o telemovel é optimo para afastar os "creepies" e os melgas. But, people let's talk more! A musica pode ser a linguagem do mundo (at least the "first" world"), mas é a falar que a gente se entende e é a falar que se criam laços and then we can see if we dance ao mesmo ritmo.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cartas...

Sou só eu que tenho saudades de receber uma carta? Sim, daquelas cartas que os amigos nos mandavam, mesmo que vivessem do outro lado do rio. Claro, a caixa de correio está sempre cheia…mas cartas para pagar a luz ou o telefone não contam.

Era agradável ir à caixa do correio e ver que alguém se tinha lembrado de nós. Por vezes a carta não dizia nada de especial, podiam ser só parvoíces ou podia ser um desabafo. Até podíamos estar com o remetente pouco tempo depois e dizíamos: “A resposta à tua carta já vai a caminho” ou então “Olha, ia por isto no correio..mas já que te encontro”. E sabíamos que poucos dias depois íamos receber uma resposta.

E pelos anos ou no Natal lá chegavam os postais pintados por alguma associação ou cheios de pais natais e embrulhos.

Este simples gesto significava muito. Era sinal que alguém se lembrava de nós, que alguém perdia algum do seu tempo a escrever e a ir aos correios depositar um envelope que podia estar cheio de nada ou cheio de tudo.

Agora é só carregar no forward e muitas das vezes nem prestamos atenção para quem enviamos...